Sempre vem à tona e à mesa um item diferente e desconhecido pela maioria. E que, supostamente, teria o poder de aplacar a miséria mundial e injetar nutrientes importantes na vida dos menos favorecidos. Ou virar uma milagrosa alternativa energética e medicinal.

A roxinha fruta safou (ou safu) entra nesse cardápio. De formato análogo ao do abacate, mas denominada “pera africana”. Ela é abundante em áreas florestais úmidas que vão da Nigéria até Angola.

Além da sua fama curativa regional, a “Dacryodes edulis” fornece 15 gramas de proteína em cada 100 gramas de fruta. Mais vitaminas e minerais como potássio, cálcio e magnésio. Ainda, possui um óleo essencial eficiente no tratamento da anemia falciforme, e, pelo que se diz, com alto potencial para substituir o diesel.

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Em geral, a safou é consumida crua, escavada e apreciada com um pouco de sal, ou cozida com arroz e tomate. O sabor não é de se desprezar: a polpa generosa tem textura de manteiga, tanto que a planta é chamada também de “bush butter tree”. Então, talvez, fique boa até mesmo acompanhada de um bom e crocante pãozinho francês.

Texto: Spartaco Rodrigues

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