Surfando na onda do poke

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Após invadir a Califórnia três anos atrás, tal qual um tsunami, e depois atingir Sidney, Londres e Nova York; o poke começa a ser sentido e apreciado nas cidades brasileiras, de Fortaleza a Porto Alegre, passando por São Paulo e Florianópolis.

Prato versátil e leve, nascido nas praias de Honolulu. Lembra um temaki na tigela (sem algas), ou um ceviche, pelo seu acento cítrico.

Poke, em dialeto havaiano, quer dizer “cortar”, e é isso que ele é: peixe cru cortado em cubos (atum, salmão, bonito) e marinado com temperos e molho de soja.

Geralmente é servido sobre uma base de arroz branco, tendo por cima ingredientes variáveis: algas, cebolinha, gergelim, pepino, pimenta, legumes e frutas. Vale de tudo, desde que fresco.

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Uma receita democrática, que aceita de bom grado frango ou polvo em vez de peixe. Os restaurantes, inclusive, costumam deixar acompanhamentos e coberturas à escolha do cliente. No Hi Pokee paulistano, há uma opção vegetariana com tofu e shimeji. Em Curitiba, o Wikimaki oferece versões com camarão e tilápia. E em Porto Alegre, já tem até fast-food especializado na iguaria havaiana.

Aloha, poke.

Texto: Spartaco Rodrigues

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