Tutancâmon costumava colecionar cerâmicas finas, e a nobreza da Idade Média, armas. A professora mineira Janice Borges acumulou 210 colheres dos 5 continentes, e o piracicabano Helton Muniz, 1.300 espécies de frutas em seu sítio, muitas delas raras.

Porém, as coleções especializadas em bebidas estão entre as que cultivam mais adeptos – particularmente as cervejas.

Em 25 anos, o americano Ron Werner juntou 25.866 garrafas, e o fazendeiro alemão Heinrich Kath, em torno de 20.000 canecas de cerveja, mesmo não sendo ele um bebedor. Imagine se fosse.

Já o compatriota Hendrik Thomann, da Baviera, apaixonado pelo suco de cevada, arquivou em sua pequena residência humildes 548.567 rótulos, 173.324 deles só de variedades germânicas.

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Mas o campeão de consumo per capita é a República Tcheca. Onde a cerveja custa menos do que a água: 160 litros por pessoa por ano. Taças, relógios, descansos de copo, bótons e luminosos também fazem parte do acervo cervejeiro de 34.000 peças de Carlos Quintella. E o hobby virou negócio: ele chegou a vender uma tampinha por 100 reais. O empresário mora no interior de São Paulo. No município de Bebedouro.

Texto: Spartaco Rodrigues

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