Você entra e seleciona o pedido em totens com iPads. Pode personalizá-lo, sim. Na própria estação, paga com cartão de débito ou crédito. A sinalização indica o local para retirar a comida, uma parede repleta de nichos com portas LCD transparentes.

Elas mostram seu nome na lista de espera, além de animações, enquanto cada cliente aguarda 4 minutos, no máximo. Então a parede escurece e exibe um prato selado, novamente com o seu nome. Você retira talheres e guardanapos, em outro ponto indicado, e vai para a mesa. Ou leva a comida embora.

O sucesso pode estar vinculado à ousadia e à mente visionária de um indivíduo, mas não existe mágica sem um plano coerente, sem um conceito atraente. Poucos acreditavam no futuro do californiano Eatsa – um restaurante sem garçons, caixa ou cozinha visível, todo automatizado. Em dois anos, o negócio já soma 7 unidades.

A proposta é até simples: oferecer uma dieta vegana saudável e acessível, de forma eficiente e rápida, usando tecnologia. Uma comida aparentemente preparada sem amor, mas cujo sabor agrada. Porque o fator humano não está ausente, está nos bastidores, em mãos que trabalham ao lado de máquinas para entregar uma experiência convincente, alinhada com ideais de sustentabilidade e praticidade.

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Se algo der errado ou surgir uma dúvida, tem um concierge do Eatsa disponível. E não é um androide, ao que parece.

Texto: Fábio Angelini

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