Há pouco tempo surgiu o “Pip”, plataforma on-line que permite ao usuário seguir os perfis gastronômicos desejados, achar receitas por nomes, ingredientes ou hashtags, salvá-las em um caderno pessoal, compartilhar e até acessar off-line.

Livros digitais de culinária, programas de TV e YouTube, blogs e sites nunca estiveram tão em voga. A dificuldade, hoje, é escolher a melhor maneira de organizar, filtrar e guardar tanta informação disponível. A facilidade é que ferramentas não faltam, desde os aplicativos particulares de blocos de notas, links salvos no Facebook e em planilhas eletrônicas, até softwares para converter medidas.

O app “Receitas de Culinária” é uma boa pedida, oferece mais de 30 mil receitas para cozinheiros amadores. O site “teenyrecipes.com” busca todos os conteúdos do Facebook sobre um determinado prato e os junta em vídeos-tutoriais. Já o aplicativo de smartphone “Calorie Mama” utiliza inteligência artificial para, a partir da foto de uma refeição, apontar com precisão a quantidade de calorias de cada alimento.

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O caderno de receitas da vovó, escrito à mão e editado com recortes de jornais, revistas e anotações pessoais. Está mesmo virando memorabilia. Porém, a tecnologia ainda não descobriu como transmitir esse laço físico e emocional para o meio digital. Sobra praticidade, mas falta essa pitada de calor.

Texto: Spartaco Rodrigues

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