A quinoa que se cuide

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Chamada pelos incas de “grão-mãe”, a badalada quinoa tem uma concorrente à altura: a canihua. Que cresce em zonas andinas de até 4.000 metros. É também um supergrão, possui 20% de proteína e completa a dieta dos povos locais há milhares de anos.

Menor que a quinoa, mais escura e de sabor mais concentrado (que lembra nozes). A canihua é isenta de glúten, e normalmente é empregada como base de farinhas para pães e bolos, e para preparar o chocolate andino. Mas pode facilmente prestar-se à cozinha criativa e ser o prato principal. Além de fazer purês, doces, bebidas fermentadas e compor saladas.

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Embora preterida em favor da quinoa, a canihua é mais resistente às oscilações climáticas e nutricionalmente poderosa. Carrega fibras, cálcio, ferro, fósforo, magnésio, vitaminas B e E, ômegas 6 e 9. “Trinta gramas de canihua, uma colherada de açúcar, um pouco de limão e você não fica com fome.” É o que dizem os produtores e consumidores do Peru e da Bolívia.

Texto: Spartaco Rodrigues

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