Food tattoo

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Tatuagem em chefs ou amantes de culinária tornaram-se formas de expressão cult. As pinturas na pele, que durante muito tempo carregaram a aura de marginalidade e até de sujidade (ainda mais associadas à cozinha), transformaram-se em segmento artístico, lucrativo e exemplar. Pediram licença e entraram no universo gastronômico, sem a menor cerimônia.

Os profissionais da panela não são diferentes de músicos, body builders e outras tribos. Também gravam no corpo aquilo que amam: a sommelière Daniela Bravin tem “in vino veritas” tatuado; Henrique Fogaça preferiu reproduzir o primeiro fogão do seu restaurante; André Mifano, chef do Vito, estampou “cooking to perfection”; Alex Atala carrega uma baleia tentando devorar uma lula. As imagens que circulam mostram-se tão variadas quanto as predileções e personalidades de cada um.

Podemos avistar um cacho de uvas na nuca ou uma batedeira planetária no peito, o Hommer Simpson mordendo um donut gigante no bíceps, uma quitanda completa pela perna. Gostos à parte, as duas artes parecem combinar muito bem. E com a ajuda da TV, das redes sociais e dos reality shows, elas alimentam-se e ajudam a destemperar preconceitos.

Mas tatuagens comestíveis, por ora, só mesmo em alguns sex shops.

Texto: Spartaco Rodrigues

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