Investir e apostar na comida continua em alta. A gastronomia ainda é
uma das primeiras opções dos empreendedores familiarizados,
apaixonados ou incitados pelo tema. O pensamento que paira na
nuvem é aquele velho “todo mundo precisa comer”. Entretanto, os
competidores também crescem a níveis exponenciais e ameaçam o
êxito de vários projetos, antes mesmo deles ganharem corpo, alma e sabor.

Nada que um bocado de inovação, trabalho e visão não costumem tirar de letra, e até levar o negócio ao ponto de ebulição. Casos inspiradores não faltam, desde um food bike de kebabs em Cuiabá, até a empresa paulista que exporta pamonhas para brasileiros saudosos da iguaria.

Tem a Steak Me, um fast-food de espetinhos de carnes nobres que atrai 2 mil clientes por semana, e o gaúcho D’Vino, um negócio de wine bike que fatura vendendo vinhos de rótulos alternativos para eventos. Mais delivery de marmitas saudáveis congeladas, fastfood de picadinho, barra de cereal com farinha de grilo, clube de assinatura on-line para quem possui restrições alimentares…

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Comida é estimulante por natureza, mas só isso pode não ser suficiente. Então, olho vivo nas tendências, mente aberta para as novas tecnologias, e corpo fechado contra os concorrentes.

Texto: Spartaco Rodrigues

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