Em 1910, um logradouro da cidade do Porto mudou seu nome,
de Rua do Príncipe para Rua de Miguel Bombarda (uma personalidade republicana). Desde então, ao longo de seus 650 metros, instalou-se todo tipo de negócio com veia artística: galerias, livrarias temáticas, lojas de design e decoração alternativa, móveis vintage, música e artesanato. Virou não apenas um reduto
de amantes da arte, investidores, gente cool e curiosa. É também atração turística.

Outro barato desta rua é a gastronomia variada, que recheia o endereço. Petiscarias, restaurantes, mercearias, casas de chá e especiarias, e várias outras formas de expressão culinária.
Ao lado da Galeria Fernando Santos e da livraria infantil Papa- -Livros, temos a famosa Rota do Chá, no nº 457, e a centenária casa de biscoitos Diogo, no 416.

Espaços carismáticos que alimentam o corpo e a alma, como o Oficina, nº 282. Não exatamente um restaurante ou galeria, é mais um projeto que mistura cultura e comfort food, assegurando a arte no prato, nas paredes e no menu, que é sazonalmente repaginado.

Texto: Spartaco Rodrigues

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