A representação visual clássica de Afrodite mostra a deusa do amor sobre uma ostra gigante, de pé, deitada, sentada ou dentro dela. Hoje, sabemos que o molusco é abundante em zinco, elemento que entra na formação da testosterona e produção de espermatozóides. Só que os gregos antigos não tinham como saber. Será que a mitologia profetizou e se antecipou à bioquímica?

Os milênios avançaram e a lenda persistiu. Casanova, célebre pelas suas habilidades como amante, engolia diariamente 50 ostras, para manter a fama. A ostra ainda é vista como um dos afrodisíacos mais potentes do mundo. Mas não há evidências científicas seguras o suficiente para dizer que melhora a libido.

Nem tudo está perdido, porém. A ostra poderia desempenhar uma influência estimulante, no caso de um homem que sofreu queda hormonal, e deu a volta por cima consumindo ostras, ao repor o zinco do seu organismo. Mais energizado e feliz do que se tivesse encontrado uma pérola no prato.

Texto: Paulo Angelini

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