Rugas da saúde

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Popular, importante, desejada e misteriosa. Não há consenso sobre o exato local de surgimento da uva. São citados Oriente Médio, Europa, norte de Ásia e até Groenlândia. Certo é que a fruta caminha entre nós desde os tempos pré-históricos e contabiliza mais de 60 mil variantes. E alguma delas, em uma época anterior à Roma ou
ao Egito antigos, despencou da videira e ficou exposta ao sol até secar.

O ser humano, que não é bobo nem nada, soube tirar proveito dessa descoberta acidental, a enrugada, energética e adocicada
uva-passa, livre de colesterol e glúten.

Uma vez submetida à desidratação (por meios naturais ou artificiais), a uva que vira a pequena passa
pode ser armazenada por longos períodos e facilmente transportada em viagens. Ainda por cima é
mais nutritiva, pois nela os compostos e vitaminas estão mais concentrados.

O tipo mais utilizado em escala global vem da chamada uva sultanina, originária da região de Anatólia, Turquia (Pérsia Antiga). É a uva que a gente conhece como Thompson, o sobrenome do vitivinicultor
que introduziu a variedade na Califórnia, ao fim do século XIX. Ali começava o império do agricultor e o reinado das Thompson Seedless Grapes, as bem-vindas uvas sem sementes.

Texto: Spartaco Rodrigues

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