Catas de terreno - viñedo CARE
A Garnacha é uma das variedades cujos vinhos estão sendo cada vez mais apreciados. Consumidores e críticos estão começando a valorizar os vinhos frescos, frutados e fáceis de beber, resultantes desta variedade. Em outros tempos, a Garnacha foi colocada em segundo plano e associada a vinhos de má qualidade.

Foi a variedade tinta com maior número de hectares plantados na Espanha durante anos. Chegou a ter entre 100.000 e 120.000 hectares, antes de começar a redução, no fim do século XX. Na atualidade, conta com 70.000 hectares no país. No mundo, também sofreu uma redução: de 400.000 hectares para 300.000 hoje em dia.

A respeito de sua origem, a primeira referência é de Alonso de Herrera. Em 1513, sobre uma variedade chamada Aragonés, que aparentemente, corresponde a Garnacha. Em meados de 1850, a uva demostrou uma resistência maior que outras variedades. E, por essa razão, começou a ser muito plantada. Châtauneuf du Pape e La Rioja foram as regiões que durante o século XX cultivaram a Garnacha em maior quantidade.

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Durante o século XX, em La Rioja havia mais Garnacha que Tempranillo, e o prestígio da região, em grande medida, devia se a Garnacha, mesmo que isso não fosse reconhecido. Após esse boom, no final do século XX, produziu-se um declive que levou a associação da Garnacha a vinhos de baixa qualidade. Trata-se de uma variedade que, quando produz muitos quilos, perde com muita facilidade suas qualidades e características positivas.

Essas oscilações qualitativas difamaram a variedade. Pouco a pouco, nos últimos anos, ela começou a recuperar a sua reputação, por meio de vinhos elaborados em vinhedos velhos de baixa produtividade. Quando a produção é controlada, a Garnacha produz vinhos equilibrados, com longevidade e grande elegância.

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