Mais uma vez, preparem-se para uma requintada seleção.
O Holly Pinot Noir 2013 é um vinho único, que manifesta com qualidade a singularidade da terra de onde provém, e acumula grande quantidade de prêmios e reconhecimento internacionais.
HOLLY 2013

País: Nova Zelândia

Região: Wellington

Indicação Geográfica: Wairarapa

Uvas: 100% Pinot Noir

Álcool: 13,5%

Produtor: Matahiwi Estate Winery

O vinho

A vindima se realiza de forma independente, em função da idade e características próprias de cada vinhedo. Assim que a uva chega à bodega, procede-se a sua incubação em depósitos de aço inoxidável, por um período de cinco a sete dias, no qual se realiza uma maceração pré-fermentativa, para se obter o maior número de aromas procedentes da uva. Depois, a mesma fermenta a temperaturas máximas de 28 a 32 ºC, para posteriormente proceder a maceração pós-fermentativa. O vinho é desencubado diretamente em barricas de carvalho francês (35% novos) onde permanecerá por até dez meses e realizará a fermentação malolática. Antes do engarrafamento, é feita a cata, barrica por barrica, para selecionar só aquelas que entrarão para formar parte do coupage final.

A cata

Camada de base característica da Pinot Noir, com sugestivo tom cereja, destaca a lágrima na taça. No nariz, delicadas notas de cereja e frutas exóticas, entre as quais a lichia, que se ensamblam com perfeição com as notas tostadas da crianza. Na boca é acessível, com perfeita acidez, sugestivas notas de especiarias e taninos muito integrados, que lhe conferem fluidez e o tornam muito fácil de beber.

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Harmonização

Geralmente os vinhos elaborados com a Pinot Noir admitem uma ampla variedade de pratos, mas devemos ser cuidadosos com o excesso de condimentos ou picantes, que neutralizam os delicados aromas e sabores destes vinhos.
Encontramo-nos na Nova Zelândia e não podia negar-me a buscar uma harmonização com cordeiro, já que esse país é um grande produtor de carne de cordeiro, de modo que me pareceu quase obrigatório tentar – e funcionou. Este Holly é um companheiro ideal para umas chuletinhas de cordeiro lechal na brasa, acompanhado com purê de abacate e azeite de oliva, que aporta suavidade ao prato e encaixa com o perfil algo vegetal do varietal.

Temperatura

São vinhos delicados, nos quais o equilíbrio entre a fruta e álcool está muito ajustado, de modo que a temperatura vai certamente desempenhar um papel importante. Recomenda-se degustar em temperatura compreendida entre os 15 e 17ºC. Não é necessária a sua decantação nem abertura prévia ao consumo.

A guarda

Para desfrutar já. Não há previsões de mudanças ou evoluções nos próximos meses. Em boas condições de conservação; podemos desfrutar deste vinho nos próximos 3 anos (2014 a 2017). Graças à sua destacada acidez. Se optarmos por guardá-lo uns meses, será necessária uma aeração prévia antes de ser degustado.

Texto: Alberto Pedrajo Pérez e Javier Achútegui Dominguez.

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