Fonte: Decanter

Mais um dos nossos Grandes Vinhos conquista medalha de ouro na IWC 2015

O vinho Holly 2013 Sauvignon Blanc 2013 , escolhido para nossa Seleção Grandes Vinhos de dezembro de 2014, acaba de ganhar a medalha de ouro na The International Wine Challenge 2015, uma das competições de vinho mais
prestigiadas do mundo. Em seu 32º ano, a IWC é considerada uma das melhores e mais meticulosas competições de vinho. Segue um rigoroso processo de avaliação no qual cada vinho é degustado às cegas, em três ocasiões diferentes, por pelo menos 10 avaliadores.

Como já sabíamos, o Holly 2013 é um vinho único, que manifesta com qualidade, a singularidade da terra da qual procede. De cor amarelo-limão com reflexos verdes, é limpo e brilhante. As primeiras notas que aparecem no nariz são amadeiradas, continuando com notas vegetais e de frutas exóticas, além de recordações de erva recém-cortada. Na boca, mostra-se ainda mais expressivo que no nariz, com intensidade alta, bom centro de boca, acidez equilibrada, notas de pomelo e pimenta. Um Sauvignon Blanc neozelandês de alta gama, que surpreende pelo conteúdo: estruturado, persistente, redondo, final elegante, com notas de confeitaria.

Holly Sauvignon Blanc 2013 | Wairarapa | Nova Zelândia
País: Nova Zelândia
Região: Wellington
Indicação Geográfica: Wairarapa
Uvas: 100% Sauvignon Blanc
Produtor: Matahiwi Estate Winery
Álcool: 13%

Unesco protege remotas vinhas italianas

Como o propósito de proteger o patrimônio cultural da humanidade, a Unesco reconheceu, recentemente, como Patrimônio Mundial, os vinhedos e vinhos produzidos em uma remota ilha do Mediterrâneo, chamada Pantalleria. Localizada a 85 quilômetros da Itália e a 70 de Tunes, a ilha conta uns 500 hectares de moscatel de Alexandria, conhecida como Zibibi naquela região. Segundo um método idealizado pelos antigos fenícios e inalterado ao longo dos séculos, os vinhedos são plantados diretamente no solo, sobre terraços, em sistema de cabeça. Poucos bodegueiros da ilha elaboram, com esas uvas, um famoso vinho aromático e passificado, conhecido como Passito di Pantelleria. Com o novo reconhecimento, busca-se incentivar as novas gerações a conservar o patrimônio da ilha. Enquanto isso, espera-se que a Unesco reconheça com as mesmas honras a região de Champagne, na França.

Ladrões de paladar sofisticado

Ladrões fizeram um buraco na parede da adega da família Garon e levaram 100 mil euros em vinhos. Num château em Cote Rotie, França. O curioso do caso é que os ladrões tinham um claro objetivo; saquear as 1800 garrafas de seus vinhos mais valiosos. Como Cote Rotie Le Trotie, que a família guardava como um tesouro. Segundo fontes policiais, os roubos a bodegas são raros, exceto no período do Natal, como foi o caso, uma vez que nesta época as garrafas são facilmente vendidas no mercado negro. Até o momento do fechamento da edição, desconhecese os autores do furto. Má notícia para os Garon, que ficaram sem suas preciosidades.

 

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