Texto: Joaquín Hidalgo

Melhores destinos turísticos de vinho 2015

O enoturismo tem suas próprias premiações. Conhecido como Great Wine Capital’s International Best of  Wine Tourism, a cada ano são eleitos os principais destinos entre as reconhecidas capitais do vinho, cidades que pela sua gravitação em virtude do négocio do vinho, têm, por sua vez, uma considerável oferta turística.

Os prêmios de 2015 para os melhores destinos vão para:

  • Bodegas Marqués de Murrieta, Rioja, por sua incrível restauração.
  • Château La Croizille, em Saint Emilion, por sua impressionante cava.
  • Waterford Estate, Stellenbosch, África do Sul, por seus serviços de visita.
  • Bodega Weingut Dr. Hinkel, Framershein, Alemanha, pela inovação de suas catas.
  • Trapiche, Mendoza, Argentina, por uma completa oferta turística.
  • O multipremiado Museu do Douro, museu de território em Portugal, por preservar o patrimônio do Douro.
  • Hall Wines, em Napa Valley, por sua hospitalidade e sua crescente coleção de arte.
  • Restaurante Macerado, bodega Viñamar, Casablanca, Chile, pela busca da melhor harmonização.

Fonte: GWC

Vinhos ingleses vão para o mercado global

Até uma década atrás, falar sobre vinhos feitos na Inglaterra ou Escócia era uma fantasia remota, que revelava sonhos históricos de autonomia britânica em matéria de bebidas.

Hoje, no entanto, a realidade é muito diferente: com uma projeção de vendas para 2015 que ronda o número de 100 milhões de libras esterlinas – segundo o English Wine Producers – o que começou como uma realidade de poucos, agora tem um claro correlato numérico.

Por trás desse salto, encontram-se os produtores de vinhos britânicos, cujo lobby sugere que as embaixadas britânicas em todo o mundo sirvam-se com seus vinhos, principalmente os espumantes.

E este ano, ao que parece, será crucial para obter um posicionamento.

Fonte: Decanter.com

 

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