Sobre o vinho:

MN Pinot Noir R S S 2011

Procedente de vinhedos situados no distrito de Añelo, a uma altitude de 1.200 metros sobre o nível do mar.

A uva é vindimada manualmente em pequenas caixas, que não superam os 15 kg, para posteriormente ser trasladada à bodega em perfeitas condições.

Uma separação cuidadosa evita restos vegetais procedentes dos cabos e a uva é introduzida em depósitos de aço inoxidável, onde é refrigerada a 8ºC para manter-se, durante pelo menos 2 dias, em contato com suas cascas, e iniciar a fermentação, melhorando, assim, a extração de seus aromas.

Após a maceração pré-fermentativa a frio, inicia-se a fermentação alcoólica, a uma temperatura nunca superior a 22ºC, que permitirá manter os aromas frutados, tão característicos deste vinho.

São realizados bombeamentos diários para favorecer a fermentação das leveduras indígenas e melhorar a extração dos aromas e dos polifenóis.

Finalizada a fermentação alcoólica, é prensada e trasladada para os barris de carvalho, onde continua a fermentação malolática, que dará lugar ao envelhecimento.

A “crianza” realiza-se em barris (20% novos) de carvalho francês de 225 litros. Após esta etapa, realiza-se a mistura dos diferentes barris e se realiza o afinamento anterior ao engarrafamento.

A cata: é um característico Pinot Noir aberto de cor.

  • Nariz de grande amplitude aromática, que vai desde as notas de morango maduro, florais e marcadas notas pedernais, passando por especiarias e sutis lembranças de madeira.
  • Sua entrada na boca é fresca e tem um bom centro, que aporta fluidez e convida a beber, acompanhando notas frutais e torrados elegantes.
sociedade-da-mesa

Harmonização:

quando abrir uma garrafa, já coloque a segunda para refrescar, porque, com certeza a primeira vai durar pouco.

A finura, elegância e frescura deste vinho são perfeitas para saladas, arroz e peixes na brasa, mas também podemos surpreender nossos convidados com um carré de porco com bananas.

Confira a nossa deliciosa receita de Carré de Leitoa e purê de banana.

Serviço:

lembre-se que este varietal normalmente costuma ser elegante e, ao mesmo tempo, delicado, por isso recomendamos que seja degustado a uma temperatura entre os 15 e os 17ºC. Não é necessária decantação nem abertura prévia ao consumo.

Guarda:

para consumir já, a fim de desfrutar plenamente dos aromas primários (frutados). Estima-se um consumo ótimo nos próximos dois anos (2015 a 2017).

Texto: Alberto Pedrajo

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