• País: Grécia
  • Região: Aegialia, Peloponnese
  • Indicação Geográfica: Retsina (Designação tradicional)
  • Uvas: 100% Roditis
  • Crianza: sem barril de carvalho
  • Produtor: Tetramythos

O vinho:

Tetramythos Retsina é o primeiro vinho fermentado em ânfora de barro que apresentamos.

Após sua vindima, a uva é introduzida em ânforas de 250-450 litros, onde permanecem em contato com a pele durante dois meses, fermentando de forma espontânea com suas próprias leveduras.

Após uma decantação natural e ligeira filtragem, o vinho é engarrafado.

Um verdadeiro luxo elaborado com uvas ecológicas procedentes de um terreno da própria bodega.

A cata: amarelo limão, limpo e brilhante.

  • Nariz sugestivo, onde as lembranças cítricas de pêssego misturam-se com notas de média intensidade de frutas brancas, como a pera e a maçã, e se unem às especiarias procedentes da resina de pinho que, ao contrário do que acontece com os outros vinhos deste estilo, integram-se dando protagonismo para a fruta.
  • Na boca, surpreende por sua entrada refrescante, muito balanceada, aparecendo novamente as notas de frutas que, junto com a sua acidez, convidam a beber. Ligeiro final amargo.
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Harmonização:

Uma garrafa de Tetramythos Retsina é a perfeita companheira para um prato de pasta ou uma salada.

Não são necessários muitos retoques culinários, pois este é um vinho para pratos singelos e refrescantes, como uma salada de camarões e abacaxi ou um prato de macarrões oriental ligeiramente temperado, ou ainda verduras cozidas ao vapor.

Confira nossa deliciosa e prática receita de Farfalle ao Pesto de Manjericão e nozes.

Serviço:

A temperatura de serviço para esta vinho deve estar entre 9 e 10º C. Isso permitirá que o vinho se expresse pleno e aromas e sabores.

Abaixo dessa temperatura, a resina começa a marcar um amargor.

Não é necessária a decantação nem a abertura prévia ao consumo.

A guarda:

Para consumir já, se quisermos desfrutar plenamente os aromas primários (frutados).

Estima-se um consumo ótimo dentro dos próximos dois anos (2015 a 2017).

Texto: Alberto Pedrajo

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