Texto: Emerson Castro
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cafeDegustadores e viajantes têm em comum a apreciação especial de seus objetos de desejo. Sabem que não bastam os sentidos físicos, precisam conhecer com a alma e espírito de aventura.

Sem perder tempo, vamos a um primeiro café em Yogiakarta, Indonésia, onde os holandeses plantaram as primeiras mudas no final do século XVII, após quebrar o monopólio árabe sobre a planta. Lá, o Kopi Joss – café com água misturada direto ao pó e açúcar – exige certa coragem, segundo o blog Nomadic Notes. O preparo leva como toque final nada menos que um pedaço de carvão em brasa. Dizem curar males do estômago, gases e outros.

Ainda na linha europeus, cafés e fortes emoções, vamos até a Noruega, onde uma bebida caseira e oficialmente proibida é feita de água, fermento e açúcar, com altíssimo teor de álcool (mais de 90%). Aí vem a prática inusitada: chama-se Kaffe Doktor, café doutor, café que cura. Joga-se uma moeda no fundo da xícara, acrescenta-se café e depois a bebida, até que se possa enxergar a moeda no fundo. A combinação, literalmente explosiva, chega a queimar os lábios por dias. Não pense que os noruegueses são malucos, eles gostam mesmo é de café de verdade: dez quilos per capita/ano. No Brasil estamos próximos de cinco quilos.

Pra fechar a viagem suavemente, um drinque, o Caribenho: licor, rum e café bem forte, servido após o jantar, com açúcar, chantili e lascas de chocolate. Menos perigoso e mais convidativo não é? Aliás, também foram holandeses os primeiros a plantar café no Caribe, seguidos pelos franceses. A história será o forte da próxima aventura.

 

 

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