Visualize um tomate verde. Não um imaturo tomate italiano, tomate
caqui, carmem ou débora. Verde mesmo, de nascença, um pouco maior que o cereja. É a espécie “Physalis ixocarpa”, informalmente conhecida como tomatillo, tomate de fresadilla ou tomate mexicano, de onde vem.

Ou, ainda, tomate de casca, por causa de uma característica peculiar: a partir do cálice, a fruta é envolvida por uma casca marrom, de textura semelhante a um papiro.

Quando o tomate cresce e amadurece, rompe a cápsula, e apresenta coloração quase sempre verde ou arroxeada. Lembra do filme “Tomates Verdes Fritos”? Essa variedade é, sim, muito conhecida nos Estados Unidos e apreciada frita. Ligeiramente mais doce que o tomate vermelho, o tomatillo rende boas saladas e sanduíches. Entre os mexicanos, são hits os molhos verdes com pimenta e as conservas.

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Cultivado pelos astecas e disseminado pelos exploradores espanhóis, o tomate tornou-se famoso pela multiplicidade na cozinha, presença de antioxidantes e pelas baixas calorias. O que poucos sabem, é que
existe o tomate branco, o laranja, o limão, o rosa e até o bicolor. Consumidos verdes ou não.

Texto: Fábio Angelini

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