Você deve ter boas lembranças do velho Pac Man, que comia (e ainda come) pílulas energéticas e bolachinhas nos labirintos. O Super Mario devorador de cogumelos, o Donkey Kong perito em bananas, os chefs perseguidos por picles e salsichas psicopatas. comida-e-arte São associações de video game e alimento. Hoje, isso se enquadra como um tipo de food art. Os games, que invadiram os aplicativos e as cozinhas, colocam-se também como um meio de expressão e contação de histórias, no século XXI. Com designs, interfaces e enredos cada vez mais elaborados e realistas.

Acontece em “ChefVille”, um dos mais populares jogos de culinária do Facebook; “Cooking Mama”. Que faz do controle do Nintendo Wii uma ótima faca, espátula ou ralador. E no divertido “Zombie Café”, app onde os funcionários mortos-vivos da lanchonete maltrapilha oferecem “handburgers” e donuts podres. Efeito colateral: mover os jovens da frente da tela para a mesa de jantar tornou-se uma das missões mais difíceis do nosso mundo real.

Pode-se experimentar atrair a criançada através do livro digital “Fry Scores: An Unofficial Guide to Video Game Grub”. Ele reúne receitas inspiradas em séries famosas. Entre elas o sanduíche dos pecadores, de “Deadly Premonition”, a sopa do Yeto, personagem do “The Legend of Zelda: Twilight Princess”, e o ensopado de maçã e repolho de “Skyrim”. Mas se a ideia, pelo contrário, é fazer dieta, jogue 3 minutos diários de “Tetris”. Segundo um estudo da Universidade de Plymouth, reduz a ansiedade e a compulsão por comida.

Texto: Fábio Angelini

Faça parte do nosso clube: vinhos selecionados por uma rede mundial de especialistas, entregues na porta de sua casa, por preços até 40% abaixo dos praticados no mercado! Associe-se!