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Após zanzar pelo Japão em 2011, a administradora paulistana Simone Akemi Xirata voltou encantada com as riquezas e variações locais do autêntico “ramen”. A versão artesanal do lámen. O bowl de caldo quente com macarrão, que nasceu na China como “lamien” e chegou ao vizinho oriental como “ramen”. Onde se popularizou, se adaptou e evoluiu. Hoje, é o modelo japonês que invade o mercado chinês e o mundo. Nova York, Paris, Honolulu e, agora, São Paulo.

Para abrir seu “Jojo Ramen” em parceria com amigos, neste ano, Simone importou Takeshi Koitani, um ramen master de Tóquio. Não só para preparar e gerir, mas para ensinar e divulgar os segredos do verdadeiro prato. Reproduzir, com as técnicas originais, a substância e a simplicidade, o sabor intenso e equilibrado do caldo base, do longo cozimento das carnes e algas, dos legumes e cogumelos.

A massa bem feita, que, aqui, formatou-se com farinha de trigo e também de tapioca, mais semolina. O apuro e o uso de insumos brasileiros de alta qualidade, legumes e hortaliças orgânicas, ovo caipira e frango livres de hormônios.

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Ainda, escolheu um endereço perto da Paulista, denso em empresários e funcionários japoneses nativos (públicos e privados). Missão: oferecer o padrão superior que se espera do ramen, a “comida da alma”. Depois de 3 semanas, o Jojo bateu recordes: serviu mais de duas mil tigelas, ou 180 por noite, num estabelecimento de 45 lugares.

Hoje, filas todos os dias e horários. Recorra à velha paciência oriental, se quiser experimentar. Bom preço, produto e ponto. E promoção boca a boca.

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