shutterstock_175601900Já provou o tradicional doce de buriti maranhense? O fruto tem sabor levemente azedinho, como um damasco. Combina bem com queijos e chocolate. Já na aparência, lembra o morango.

Ele vem da nossa palmeira nativa mais alta e elegante, a Mauritia flexuosa, que nasce e cresce na região amazônica. Sua maior ocorrência é no Peru, onde a chamam de aguaje (“fonte de água”). Ali, é apreciada na forma de sucos, sorvetes ou in natura.

Mas quem mora longe das florestas e dos terrenos pantanosos, beneficia-se muito mais das propriedades protetoras do buriti em produtos cosméticos, capilares e farmacêuticos.

Afinal, trata-se da maior fonte natural de carotenoides (pró-vitamina A) que se conhece, além de poderoso antioxidante e reservatório de ferro, vitaminas B e C, cálcio, fósforo e proteínas.

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Da sua polpa, são feitos cremes, geleias, licores e vinhos. Do seu broto terminal, um saboroso palmito. Da medula do tronco, uma farinha comestível. Das folhas e fibras, cordas, peneiras, esteiras, redes, cestos, jangadas e coberturas. Por isso, buriti significa “árvore da vida”, em tupi. A fruta dá casa, comida, objetos e até protege a pele contra os efeitos nocivos do Sol. Providencial em tempos de ozônio em baixa.

Texto: Fábio Angelini

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