É um trabalho de formiguinha, mas as chamadas PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) são cada vez mais defendidas e difundidas por vários cientistas.

Muitas delas estão bem na nossa cara, em quintais, cercas, jardins e muros urbanos, mas sequer imaginamos que fazem bem ao paladar e à saúde. É preciso abrir os olhos, virar a chave e rever conceitos.

Caso do minipepino, pepininho-do-mato ou silvestre. Um pouco menor do que aquelas minicenouras embaladas que encontramos no mercado. A primeira reação é de “ai, que lindinho”.

No entanto, são grandes em qualidade nutritiva, com teores de fósforo, zinco e manganês superiores ao do pepino comum. Crocantes e suculentos, sabor quase igual ao do seu irmão gigante, quando colhidos jovens e verdes. Assim, vão bem em saladas, conservas, picles.

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Maduros, apresentam um gosto mais delicado, lembranças de melancia. Para consumir in natura ou compor doces. Apenas uma ressalva: se estiverem passando do ponto, podem ter ação laxativa. No mais, é recomendado às crianças pela sua natureza “coisa fofa”. E porque desaparecem em uma única mordida.

Texto: Fábio Angelini

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