Sua semente única, grande e redonda nos observa atentamente como um olho negro e brilhante, logo que ultrapassamos a polpa branca e macia, semelhante à uva sem casca. Por isso, a longan é também denominada “olho de dragão”.

A fruta é originária da Índia e pertence à mesma família da lichia (textura idêntica), só que é um pouco menos doce, mas igualmente suculenta e agradável. Gosto parecido com o do melão.

No Brasil quase ninguém teve o prazer de conhecer, mas a longan é muito cultivada na China e bem popular na Ásia Oriental, onde acompanha sopas, sobremesas, lanches e chás.

O potencial medicinal ajuda. Acredita-se que ela fortalece o sistema imunológico, atua na produção de glóbulos vermelhos e cicatrização de lesões. Carrega bons teores de ferro; cálcio; fósforo; vitamina C e, na versão seca, é consumida para dar um fim na insônia.

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Difícil de achar por aqui, mas você pode recorrer ao nosso “olho de dragão” amazônico, a pitomba. Ambas possuem praticamente os mesmos genes.

Texto: Spartaco Rodrigues

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