Na Itália, o queijo mais antigo é o pecorino romano, na França é o brie, no Brasil é o minas. A arte de produzir queijos, no entanto, vem de muito, muito antes. Acredita-se que tenha se iniciado há mais de 12 mil anos, no finalzinho do paleolítico superior. Segundo a mitologia grega, o alimento foi invenção do pastor Aristeu, filho de Apolo com Cirene.

O que se sabe, por documentos, é que sumérios, babilônios, assírios e egípcios o conheciam; que os primeiros europeus a adotarem o queijo no cardápio foram os gregos; e os que fabricaram mais variedades e melhor o divulgaram, foram os romanos. Os resíduos de gordura de leite mais remotos – com cerca de 8 mil anos – estavam encerrados em vasos de cerâmica, ao norte da Europa e na Turquia.

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Porém, o pedaço inteiro mais primitivo de queijo data de 1.615 a.C.. Estava escondido no frio deserto chinês de Taklamakan, extraordinariamente conservado ao lado da múmia nomeada “A Bela de Xiaohe” (nome do complexo arqueológico). O ar seco, as baixas temperaturas e o solo salgado ajudaram a preservá-lo. Mas não tanto que pudesse ser consumido pelos vivos do lado de cá. Do lado de lá, talvez…

Texto: Spartaco Rodrigues

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