Não existe nenhuma regulamentação que obrigue ao produtor colocar no rótulo se o vinho amadureceu ou não em barris de carvalho. Mas a madeira deixa alguns rastros na bebida, com os quais é possível identificá-la – seja em brancos, seja em tintos.

Existem alguns aromas e sabores característicos da barrica. No olfato, notas de baunilha, caramelo, chocolate, especiarias (canela, noz-moscada etc.), manteiga, café ou fumaça são bem comuns.

No paladar, o estágio em madeira podem realçar ou aveludar os taninos. Assim como o visual, que pode ter a coloração alterada.

NEM TODAS AS MADEIRAS SÃO IGUAIS

Passagem por madeira nem sempre significa que um vinho amadureceu em barricas de carvalho. Os barris podem ser feitos de outras madeiras – o que é menos comum. Assim como a passagem da bebida pode ser feita durante a fermentação, e não apenas na maturação.

O vinho também pode receber lascas ou ripas de madeira enquanto repousam em tanques de inox.

Apesar de tudo isso, você ainda pode se enganar: há situações em que alguns compostos voláteis podem se formar e causar sensações de que a madeira esteve presente. Nestes casos, só a ficha técnica pode responder suas duvidas. Por isso, adquira suas garrafas apenas de fornecedores de confiança, que tenham boa relação com os produtores e importadoras.

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