/Por Carolina Almeida

A Indicação de Procedência de Campanha Gaúcha, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), abrange mais de 44 mil quilômetros quadrados – composto de 20 distritos ou municípios, como Bagé, Santana do Livramento, Uruguaiana e Itaqui – e faz divisa com a Argentina e o Uruguai.

A partir de agora, apenas os vinhos finos tintos, brancos, espumantes e rosés produzidos sob determinadas normas contidas no Caderno de Especificações Técnicas poderão usar a nomenclatura. Exemplo: serem feitos apenas das uvas produzidas nesse território, que tem a cabernet sauvignon e a tannat como as mais plantadas.

O volume de fruta cultivada por hectare também será controlado, garantindo maior qualidade ao produto final. Uma comissão de degustação do conselho regulador vai analisar padrões de identidade química e sensorial.

Só depois de cumprirem todas essas normas é que os vinhos podem ser considerados da Campanha Gaúcha. As vinícolas têm até o fim de 2020 para enviar as amostras para avaliação e, só então, receberem o selo em seus rótulos.

Essa é a sétima IP do Brasil, incluindo a de Altos Montes, Farroupilha, Monte Belo, Pinto Bandeira, Vales da Uva Goethe e Vale dos Vinhedos, que ganhou status de Denominação de Origem (DO) em 2012.

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