/Por Carolina Almeida

De alguns anos para cá, o consumo de vinho tem se descomplicado – exemplos disso são os lançamentos da bebida em lata ou em embalagens bag-in-box. No exterior, especialmente onde os mercados são mais maduros, a prática já é comum entre os jovens e os não tão jovens.

A boa notícia é que o comércio brasileiro começa a refletir esse costume e trilhar esse caminho: entre março e julho deste ano, a Fabenne, startup de food-service de vinhos, vendeu 20 mil bags – algo próximo de 400 mil taças –, número equivalente a todo o ano de 2019. Em julho e agosto, o crescimento nos pedidos foi de 400% em relação ao ano passado, o que fez a projeção do faturamento da marca chegar aos 4 milhões até o fim do ano.

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