/Por Tânia Nogueira

Os argentinos têm papa, prêmio nobel e também uma uva Vitis vinifera para chamar de sua: a uva torrontés. Ela é branca, considerada autóctone, mas é um cruzamento espontâneo de castas europeias. E não deve ser confundida com as variedades também por vezes chamadas de torrontés na Espanha e em Portugal.

Na verdade, recentemente foram identificadas três variedades diferentes: torrontés riojana, torrontés sanjuanina e torrontés mendocina. Cada uma com um DNA próprio, mas todas descendentes da muscat de Alexandria. A mais comum e que tem apresentado melhores resultados é a torrontés riojana.

Ela rende um vinho claro, fresco e aromático, de paladar seco, porém macio, com acidez mediana. Tem aromas frutados de pêssego, damasco, e muitos florais, como rosas, gerânio e jasmim. Um vinho ótimo para tomar na praia ou à beira da piscina.  

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