/Por Ana Beatriz Miranda

O espumante rosé se tornou um dos vinhos queridinhos dos brasileiros. Fresco, charmoso e versátil, ele tem tudo a ver com o clima majoritariamente quente do nosso país. Seja qual for a ocasião, das mais descontraídas às mais sofisticadas, ele cai muito bem. Para celebrar, para harmonizar, para acompanhar um dia de sol na piscina… O que você quiser será um bom motivo para apreciar esse tipo de espumante. 

Características do espumante rosé

Assim como no vinho rosé, o espumante rosé tem uma grande variedade de cores. Ele pode ser de um rosa mais intenso, avermelhado, pode ser de uma coloração salmão ou pode ser de um rosa pálido, clarinho. Embora tanto o espumante branco quanto o rosé sejam refrescantes e borbulhantes, o rosado traz normalmente aromas de frutas vermelhas, lichia, maçã vermelha, goiaba, damasco, pêssego, romã, frutas secas e fermento, dependendo do método de elaboração. No paladar, possui excelente acidez, o que proporciona o frescor, mas também apresenta estrutura, por ter uma pequena quantidade de taninos. É uma bebida festiva, alegre, cremosa e com sabores persistentes que ficam na boca.

A versatilidade do espumante rosé talvez seja a sua característica mais marcante. Ele combina com maratona de séries e pipoca, jantares elegantes, happy hour entre amigos, almoço de trabalho, finger foods, casamentos e festas, praia… Ou seja: o espumante rosé combina com tudo. 

Quando o assunto é harmonização, ele vai bem com refeições completas, da entrada à sobremesa, com petiscos, peixes, frutos do mar, carnes brancas, massas e o que sua imaginação desejar. Vale a pena brincar com sabores e descobrir novas combinações. 

Como o espumante rosé é feito? 

O método de elaboração do espumante rosé é bastante similar ao do espumante branco. Há três técnicas para a produção do vinho borbulhante: método Tradicional ou Clássico, Charmat ou Asti. O método Tradicional ou Clássico é chamado de Champenoise em Champagne, na França, onde foi criado, usado na produção dos champanhes e dos espanhóis cavas. Nele, o espumante passa pela segunda fermentação dentro das próprias garrafas. No método Charmat, dos proseccos e maioria dos outros espumantes, a segunda fermentação é feita dentro de tanques de aço inoxidável. O método Asti é uma variação do Charmat, mas nele o espumante só passa por uma fermentação. 

Na elaboração do espumante rosé, ao contrário do branco, as uvas tintas são esmagadas com as cascas em um processo chamado de maceração pré-fermentativa. O mosto fica em contato com as cascas sob temperatura controlada, para atingir a cor esperada. Quanto mais tempo, mais intensa será a coloração.  

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