/Por Marjorie Zoppei

Conhecido como mulled wine (em inglês), Glühwein (em alemão), vin chaud (em francês), vin brulé (em italiano) ou glögg (em sueco), o vinho quente é consumido em todo o mundo. Tanto na Europa quanto aqui no Brasil, ele está relacionado ao frio: comum em nossas festas juninas e, por lá, durante as festividades do Natal.

Diversas nações alegam ser o berço da iguaria, mas o registro mais antigo que se tem é no século 2: ele foi criado pelos romanos para combater o frio. Como eles conquistaram grande parte do território europeu ao longo do século seguinte, a receita acabou se espalhando por todo o império.

Durante a Idade Média, a popularidade do líquido fumegante aumentou ainda mais quando começaram a acrescentar especiarias – acreditavam que a receita ajudaria a combater doenças. Por aqui, a combinação veio com a chegada dos portugueses e foi associada às festas católicas, que homenageavam os santos no mês de junho. Não demorou para se tornar um clássico de sabor inconfundível, com muitas frutas, cravo e canela.

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