/Por Marjorie Zoppei

Seja adicionando apenas um cálice ao molho de carne cozido lentamente, seja uma pequena dose no preparo do risoto, seja uma garrafa inteira para uma marinada, a regra básica é: se você não bebesse tal vinho, também não deveria cozinhar com ele. Evite os de qualidade inferior e mantenha o nível dos rótulos com os quais costuma brindar. Uma ideia é congelar as sobras de vinho em uma fôrma de gelo e manter os cubos no freezer para adicioná-los quando precisar.

Cozinhando com vinho branco

Para risotos, molhos branco ou um coq au riesling, tenha como ponto de partida os vinhos com boa acidez, secos e leves. Um pinot grigio é bastante versátil, assim como um sauvignon blanc. Os chardonnays valem se forem os sem estágio em carvalho. À medida que você elimina o álcool e reduz o vinho, ambos se tornam mais evidentes – um perfil aromático pronunciado, como riesling ou gewürztraminer, são menos versáteis, mas podem acabar sendo deliciosos com um molho cremoso.

Cozinhando com vinho tinto

Os melhores para cozinhar são os de corpo médio, mas não excessivamente tânicos, como merlot ou grenache. Os taninos ficam mais concentrados com o cozimento; por isso, um vinho tânico pode secar o prato ou causar sabores adstringentes. Evite também os de pinot noir: é elegante demais para o calor de uma panela. Em vez disso, prefira algo mais encorpado e suculento. E não associe os vinho tintos apenas aos preparos com carne. Em um risoto de beterraba ou de cogumelos, por exemplo, eles se encaixam perfeitamente!

Cozinhando com vinho fortificado

Jerez, Porto, Madeira e Marsala também são ótimos para cozinhar. Uma pequena quantidade adiciona força, profundidade e, muitas vezes, uma doçura bem-vinda. Há até quem utilize vermute em risotos também.

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vinho
Itália
Região: Piemonte
2016 / 750 ml / Branco
Tenuta Santa Seraffa 2016 Branco
R$ 184,71
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