/Por Carolina Almeida

O magnata francês Bernard Arnault, diretor-executivo do grupo Louis Vuitton Moët Hennessy, dono de gigantes marcas de vinho como Moët & Chandon Champagne, Veuve Clicquot, Krug, Château d’Yquem e Château Cheval Blanc, sentiu como é estar no topo do mundo. Isso porque o empresário viu suas ações subirem durante a abertura do mercado europeu, enquanto as do bilionário Jeff Bezos, dono da Amazon e que ocupava a primeira posição, não acompanharam a alta – a briga foi de 186,3 bilhões de dólares para o francês e de 186 bilhões de dólares para o americano.

No fechamento das bolsas, porém, o ranking voltou ao patamar anterior e Bezos terminou o dia como o homem com a maior fortuna do mundo. De acordo com a Forbes, essa foi a primeira vez que um europeu chegou ao topo desde outubro de 2015, quando o espanhol Amancio Ortega (do grupo Inditex, dono da Zara) ultrapassou Bill Gates. Nos últimos 16 meses, a fortuna de Bernard Arnault aumentou 110 bilhões de dólares, indo de 76 bilhões de dólares em março de 2020 para 186,3 bilhões de dólares, até o glorioso dia em que conquistou a primeira posição do ranking.

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