/Por Ana Beatriz Miranda

Estudos recentes feitos nos Estados Unidos concluíram que a venda de vinhos blends cresceu consideravelmente nos últimos anos. Blends são feitos com mais de um tipo de uva vinífera. Ao contrário dos varietais, que geralmente levam apenas um em sua composição, com algumas exceções.

Uma das prováveis razões para esse aumento do consumo de blends é o fato de se tratar de um vinho que geralmente agrada aos mais diversos paladares. Isso porque cada uva da mistura traz uma virtude que harmoniza entre si. Claro, a combinação ideal fica a cargo do talento do enólogo. Porque escolher as uvas e misturar as proporções ideais requer conhecimento e muita técnica.

Blend é sinônimo de corte e também de assemblage. Blend é o termo em inglês, corte em português e assemblage em francês. Como no mundo do vinho as palavras são bastante globalizadas, é comum ouvirmos as três nomenclaturas.

Tipos de vinhos blends

Os blends podem ser feitos com diferentes tipos de uvas, como os famosos corte bordalês e GSM (Grenache, Syrah e Mourvèdre), além de tantos outros, mas também podem ser vinhos de safras diferentes misturadas, como no champanhe e no vinho do Porto.

Esse segundo tipo de blend, por safras, é feito para manter a qualidade padrão do vinho, já que os terroirs têm muitas variáveis e uma safra pode ser completamente diferente da anterior.

A mistura de uvas é feita para se alcançar um estilo de vinho e também para corrigir alguma expressão não desejada de uma variedade. Enólogos experientes dizem que o segredo de boas combinações é a prática. São anos e anos nas salas de provas até encontrar a combinação perfeita.

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vinho
Itália
Região: Piemonte
2016 / 750 ml / Branco
Tenuta Santa Seraffa 2016 Branco
R$ 184,71
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