/Por Ana Beatriz Miranda

Você vai preparar uma degustação de vinhos em casa e está na dúvida da sequência dos exemplares? Não se preocupe que agora você vai saber tudo para acertar em cheio e ter uma ótima experiência.

Nesse caso, a ordem é superimportante porque um vinho pode se sobrepor a outro, interferindo nos aromas e sabores. As dicas valem para degustações da bebida, apenas, mas também para refeições harmonizadas.

Degustação: o que deve ser analisado?

As características que devem ser consideradas são corpo do vinho, quantidade de açúcar e safra da bebida.

Quando se fala do corpo do vinho, se fala de estrutura, o peso que ele apresenta em boca, mais ou menos denso. Há vinhos mais leves e outros mais encorpados.

A variedade da uva, a quantidade de taninos, a passagem ou não por barricas de carvalho interferem no corpo. Como os vinhos estruturados permanecem mais tempo no palato, opte por servir primeiramente os rótulos leves, de safras recentes e sem passagem por madeira.  

Os vinhos adocicados ou doces costumam se sobrepor aos secos e, por isso, devem ir para o final da fila da degustação. O açúcar residual domina o paladar e adormece as papilas gustativas. Então a ordem deve ser vinhos secos no começo e os adocicados para finalizar a degustação.

Sobre a safra, os exemplares mais jovens são mais fáceis de beber por serem descomplicados. Já os mais maduros adquirem aromas e sabores complexos, além de mais corpo. Logo precisam vir depois dos vinhos simples.

Vários tipos de vinhos

Se você for servir tipos variados, a lógica é ir dos mais leves para os mais potentes.

1 – Espumante

2 – Vinho branco

3 – Vinho rosé

3 – Vinho tinto

4 – Vinho de sobremesa

Um tipo de vinho apenas

Aqui o pensamento é o mesmo. Com comida para harmonizar ou não. A ideia é começar pelos exemplares mais fáceis de beber até chegar aos mais potentes.

1 – Vinho leve e jovem

2 – Vinho de médio corpo

3 – Vinho encorpado

4 – Vinho de sobremesa