/Por Carolina Almeida

Após analisar quase 474 mil pessoas, das quais 16.500 testaram positivo para a doença, cientistas identificaram que o consumo de cerveja e cidra representou um aumento de 28% nas chances de infecção, enquanto aqueles que consumiram cinco ou mais taças de vinho tiveram menos risco de contrair a doença.

Por outro lado, pessoas que bebiam álcool além das diretrizes – 7 litros de cerveja, sete taças de vinho ou 14 doses de destilado por semana – apresentaram uma tendência de maior risco de contrair a covid-19.