/Por Carolina Almeida

Já se sabia que a bebida era consumida misturada em ervas e especiarias. A nova descoberta veio à tona após análises químicas apontarem a presença de vestígios de baunilha em alguns dos frascos de armazenamento da época, segundo a equipe do departamento de arqueologia e culturas antigas do Oriente Próximo da Universidade de Tel Aviv.

“As evidências de que se aromatizava o vinho com especiarias são recentes. Resíduos de baunilha em algumas das jarras, que continham uma espécie de selo ligado ao reino de Judá, atestam o grande prestígio do vinho e os hábitos de consumo da elite dos moradores de Jerusalém”, afirmaram os autores do estudo.